No dia 4 de julho de 2020, a Arquidiocese de Porto Alegre celebra os 40 anos da chegada de São João Paulo II a Porto Alegre, um dos destinos de sua viagem apostólica ao Brasil. Para marcar a data, um minidocumentário foi produzido e lançado às 17h35 (hora que o Papa desembarcou na capital) nos canais digitais da Arquidiocese, site (arquipoa.com), Facebook (fb.com/arquipoa) e Youtube (youtube.com/arquipoa). O vídeo pode ser visto neste link ou abaixo. Além do documentário, um conteúdo exclusivo está nesta página especial. As imagens foram cedidas pelo CEDOC RBS TV e as fotografias, pelo Arquivo Histórico da Cúria Metropolitana de Porto Alegre.



Primeiro Papa a pisar em solo brasileiro e único a visitar o Estado, São João Paulo II foi recebido no Aeroporto Salgado Filho por autoridades políticas e eclesiásticas, que o acompanharam até a Praça da Matriz, onde em um palanque em frente à Catedral Metropolitana, fez seu primeiro pronunciamento, para um público de aproximadamente 50 mil pessoas. Conhecido e admirado por seu carisma e humildade, o minidocumentário destacará o “homem do povo” que deixou sua marca na passagem pela capital gaúcha -- mesmo que ela tenha durado apenas 22h. O frio não foi problema nem para o povo, nem para o Papa, que pronunciou a célebre frase: “Me diziam ontem que o clima aqui em Porto Alegre é muito frio. Eu sinto o contrário, um grande calor”. E o famoso questionamento proferido pelo pontífice: “o Papa é gaúcho?”.


Gigantinho Antes de recolher-se ao seu aposento na Cúria Metropolitana, o mais simples de toda sua estadia no Brasil, o Papa participou de dois encontros fechados, um com autoridades políticas, onde recebeu o título de cidadão porto-alegrense, das mãos do prefeito e do presidente da Câmara de Vereadores. E outro, um encontro ecumênico, reunindo dirigentes de igrejas cristãs e representantes da comunidade judaica. Mesmo cansado, após dias de longas viagens que atravessaram o país, após o jantar, ainda sobrou tempo para fazer orações na capela da Cúria e preparar-se para o dia seguinte, o mais esperado pelo povo gaúcho.


Às 9h da manhã, no dia 5 de julho de 1980, o Papa chega para a missa campal, onde cerca de 300 mil pessoas o receberam, e testemunharam uma linda celebração, cheia de emoção e alegria. No final daquela manhã, o povo acompanhou a passagem do Papa d


a rótula da José de Alencar até o Gigantinho. Do papa móvel, João Paulo II acenou incansável para todos os milhares de fiéis e espectadores que aguardavam sua passagem pelas ruas.


O chimarrão


Ao chegar no Gigantinho, foi recebido com uma saudação especial e a presença de 200 cavaleiros e sete grupos de danças tradicionalistas. Os gaúchos nunca se esquecerão do momento


em que o Sumo Pontífice, com seu carisma e humildade aceitou, o chimarrão e o chapéu oferecido por Paixão Côrtes e Pedro Borghetti. O encontro no Gigantinho, com 10 mil religiosos, foi, segundo as próprias palavras do Papa, um dos mais importantes de sua visita ao Brasil, pois teve como objetivo despertar vocações e falar diretamente para seus formadores.



Ainda, ao final do encontro, 18 mulheres argentinas conseguiram encontrar-se por alguns minutos com o Papa. Elas vieram pedir ajudar para o movimento “Las Madres de la Plaza de Mayo”, grupo que perdeu seus filhos para a ditadura militar que assolou o país vizinho. Às 15h, João Paulo II partiu da Cúria para o aeroporto, desta vez num trajeto feito de ônibus, junto com sua comitiva. No aeroporto, centenas de pessoas o aguardavam para despedir-se.


O carisma do Papa se refletiu em pequenos gestos durante toda sua estada em Porto Alegre, o que fez o pontífice sair do protocolo em diversos momentos, e mostrou porque ele foi um homem do povo.


O pontificado de São João Paulo II durou 26 anos, de outubro de 1978 a abril de 2005, quando faleceu. Em 27 de abril de 2014 foi canonizado e sua festa litúrgica como santo é em 22 de outubro.


Primeiro Papa a pisar em solo brasileiro e gaúcho, João Paulo II foi recebido no Aeroporto Salgado Filho por autoridades políticas e eclesiásticas, que o acompanharam até a Praça da Matriz, onde em um palanque em frente à Catedral Metropolitana fez seu primeiro pronunciamento, para um público de aproximadamente 50 mil pessoas. Conhecido e admirado por seu carisma e humildade, o vídeo destaca o homem do povo que, apesar da visita ter durado apenas 22h, deixou sua marca na passagem pela capital gaúcha.

O carisma do Papa se refletiu em pequenos gestos durante toda sua estada em Porto Alegre, o que fez o pontífice sair do protocolo em diversos momentos, e mostrou porque ele foi um homem do povo.


Acesse o conteúdo especial sobre a celebração dos 40 anos da presença de São João Paulo II entre nós em arquipoa.com/40anos.

Nesta quarta-feira, 1º de julho, uma missa em tributo às vítimas da Covid-19 será realizada no Cristo Redentor e transmitida para todo o Brasil. A celebração, que tem como tema “Para Cada Vida”, trará mensagens de solidariedade às famílias fortemente afetadas pelas perdas nesta pandemia, de gratidão aos trabalhadores e voluntários anônimos, assim como aos profissionais da saúde, e de esperança a todos os brasileiros. A celebração terá como cenário uma das sete maravilhas do mundo, considerado Patrimônio da Humanidade pela UNESCO – o Cristo Redentor, no Rio de Janeiro – e será transmitida ao vivo pelo Facebook e pelo YouTube da CNBB. Participam da organização do evento a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e a Cáritas Brasileira, com apoio do Verificado – iniciativa das Nações Unidas para combate à desinformação.

A missa terá a honra de contar com uma mensagem de solidariedade e uma benção do Papa Francisco, vibrando pela chegada de dias melhores, e também com uma mensagem de dom Walmor Oliveira de Azevedo, presidente da CNBB. A cerimônia religiosa será presidida pelo cardeal brasileiro dom Orani João Tempesta. “A nossa arquidiocese foi escolhida para ser o lugar de manifestar a nossa solidariedade e oração por aqueles que faleceram com essa pandemia. Justamente nesse altar, que é o Cristo Redentor, queremos colocar todas as pessoas do mundo inteiro que partiram, para que sejam recebidas na casa do Pai. E rezar pelos seus familiares para que consolados prossigamos na procura do bem e da paz.”, disse o Cardeal. Em seguida, uma projeção impactante será transmitida no Cristo Redentor, um dos maiores cartões-postais do mundo. Para encerramento da celebração, haverá um show da cantora Alcione, contribuindo para promover um momento de esperança, essencial em meio ao sentimento de fragilidade do cenário atual.

Com a celebração, a CNBB, a Cáritas Brasileira e o Verificado têm o objetivo de proporcionar uma homenagem para cada vida, além de humanizar este momento crítico pelo qual o mundo está passando, dando luz às vidas perdidas, que tendem a serem apenas estatísticas devido ao alto número de óbitos diários.

A celebração “Para Cada Vida” conta com o apoio do projeto Verificado, uma iniciativa global da Nações Unidas, que busca inundar os canais de comunicação com informações verificadas e transmitidas pela ONU envolvendo os temas de ciência, solidariedade e soluções, combatendo assim, a infodemia de desinformações em meio a esta pandemia que assola o mundo. O projeto conta com a colaboração da Purpose, uma das maiores organizações de mobilização social do mundo, e com o apoio de articulação do NEXUS, movimento global que facilita espaços de encontro entre as novas gerações de filantropos, empreendedores sociais e investidores de impacto.

Sobre o projeto Verificado

O projeto Verificado é uma iniciativa global ONU que tem o objetivo de combater a infodemia de desinformação em meio à pandemia, compartilhar informações que salvam vidas e orientações baseadas em fatos e histórias do melhor da humanidade. O site Verificado traz uma galeria de informações verificadas e transmitidas pelas Nações Unidas. Na busca de inundar os canais de comunicação, as mensagens são baseadas em três frentes:  Ciência – para salvar vidas, Solidariedade – para promover cooperação local e global; e Soluções – para defender o apoio a populações impactada. Acesse: www.compartilheverificado.com.br




A Campanha da Fraternidade Ecumênica (CFE) de 2021 já tem cartaz escolhido. A equipe que prepara a CFE do ano que vem, composta por representantes da CNBB e de outras igrejas-membro do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (Conic), realizou concurso para a escolha da arte.

No próximo ano, a Campanha da Fraternidade será ecumênica e terá como tema “Fraternidade e diálogo: compromisso de amor”. E como lema o trecho da carta de Paulo aos Efésios: “Cristo é a nossa paz: do que era dividido fez uma unidade” (Ef 2, 14ª). Essa será a quinta CFE e tem como objetivo geral “convidar as comunidades de fé e pessoas de boa vontade para pensar, avaliar e identificar caminhos para superar as polarizações e as violências através do diálogo amoroso testemunhando a unidade na diversidade”.

A arte escolhida para ilustrar o caminho fraterno de diálogo e comunhão foi elaborada pela agência Ateliê 15. O cartaz remete ao apelo de Cristo pela unidade. O secretário executivo para Campanhas da CNBB, padre Patriky Samuel Batista, destaca que “Cristo é a nossa paz e suas ações nos inspiram a concretiza-la por meio do nosso testemunho de vida”.

Seu amor nos une, sua Palavra desperta em nossos corações o compromisso com a construção de uma sociedade que seja capaz de dialogar superando assim as polarizações que adiam a “cultura do encontro” e o desejo de Cristo de que todos sejamos um (Jo 17,21). Cultura capaz de iniciar processos de vida nova a partir de um coração que se converte e, como tal, jamais deixará de dialogar, viver a fraternidade e, em conjunto, trabalhar em favor da justiça e pela paz”, reforça padre Patriky.

Segundo os artistas do Ateliê 15, a base do desenho é uma ciranda, uma grande roda onde não há primeiro, nem último, onde todos formam uma unidade e precisam trabalhar na mesma sintonia e ritmo para não perderem o compasso. “A ciranda lembra uma canção muito comum em nossas comunidades, ‘baião das comunidades’ do cantor e compositor Zé Vicente. Todas e todos são convidados a participarem desta ciranda pela vida construindo a civilização do amor, da justiça, da igualdade e da paz. Na ciranda há uma criança com a mão estendida a espera de mais pessoas a fim de que o movimento de fraternidade não pare. Somos todos convidados!”.

A seleção da arte se deu por meio de um concurso. Em relação ao texto base, a previsão é de que no mês de julho ele esteja concluído. O hino também deve ser divulgado em breve.

São membros do CONIC as seguintes Igrejas: Igreja Católica Apostólica Romana, Igreja Sirian Ortodoxa de Antioquia, Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, Igreja Presbiteriana Unida, Aliança de Batistas do Brasil. Ainda participam da comissão de preparação representantes do Centro Ecumênico de Serviços à Evangelização (CESEEP) e a Igreja Betesda como Igreja convidada. BAIXE AQUI O CARTAZ DA CAMPANHA DA FRATERNIDADE ECUMÊNICA 2021




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