Dom Adilson Pedro Busin

Bispo auxiliar

Adilson Pedro Busin nasceu em Sarandi (RS) em 20 de maio de 1965. Ingressou em 1979 no seminário da Congregação dos Missionários de São Carlos - Scalabrinianos. Estudou Filosofia na Universidade de Caxias do Sul e Teologia no Instituo Teológico São Paulo (ITESP), em São Paulo. Foi ordenado presbítero em 9 de janeiro de 1993 e enviado ao Paraguay como Animador Vocacional e Orientador Espiritual no Seminário Nossa Senhora de Caacupe, em Ciudad del Este.

Do Paraguay foi para Roma, onde fez mestrado em Ciências da Educação na Universidade Pontifícia Salesiana. Exerceu diferentes funções na congregação no Brasil e também nos Estados Unidos até ser nomeado como bispo auxiliar da Arquidiocese de Porto Alegre pelo Papa Francisco em 2016. A ordenação episcopal ocorreu em 30 de abril do mesmo ano, presidida pelo bispo da Diocese de Caxias do Sul, Dom Alessandro Carmelo Ruffinoni. A celebração foi realizada em Sarandi.

Servo e peregrino no amor

A cruz central é o sinal da doação total e do amor incondicional. Gesto do coração misericordioso que nos doou a salvação. O pão e o vinho representam a eucaristia, fonte e cume de nossa espiritualidade. Continuação da encarnação de Jesus: “Fazei isto...”. O pão e vinho representam a produção da região de Sarandi, terra da uva, do trigo e de outros cereais. Quero prestigiar os agricultores e as origens do campo. As águas e a estrela simbolizam a água do batismo, o dom de ser filhos amados de Deus. As águas da terra do bispo, que nasceu na linha Águas do Angico. Sarandi tem as águas minerais. Lembram as águas do rio Guaíba, da Arquidiocese de Porto Alegre. Águas do aqüífero Guarani. A missão de cuidar da água fonte de vida. O serviço da misericórdia é representado pelas mãos que elevam. Jesus que lava os pés dos apóstolos (Jo 13, 1-17). O Ano da Misericórdia do Senhor (2016). E a estrela é o símbolo de Nossa Senhora de Lourdes, recordando a paróquia de origem. Os pés lavados devem pôr-se a caminho para também servir a humanidade. As sandálias lembram a missionariedade, o despojamento, a disponibilidade do pastor que é peregrino junto com seu rebanho.  O caminho lembra que a vida é um caminho. O pastor põe-se a caminho para apascentar o rebanho. A “Igreja em saída” é Igreja do Caminho. Estar nas ruas, nas estradas onde se encontra o povo. Em Cristo, a Igreja é peregrina no Caminho que nos conduz ao Pai. As humilitas recorda que todos são húmus, feitos do barro, da terra, por isso somos humanos. Somos terreno de Deus. Humilitas, era o lema de São Carlos Borromeu. Na humildade de Maria o Verbo se encarnou. A semente do Verbo quer brotar frutificar na humanidade.

Criador: Pe. Maiquel Sachetti

Atuação

- Bispo auxiliar da Arquidiocese de Porto Alegre

- Secretário do Regional Sul 3 da CNBB

- Bispo referencial para o Vicariato de Guaíba

- Membro do Conselho Missionária e cooperação intereclesial

- Bispo referencial da Comissão Missionária do Regional (COMIRE)
- Bispo referencial para as Pastorais Sociais na Arquidiocese

- Bispo referencial para os Migrantes no Regional Sul 3 da CNBB
- Bispo referencial Comissão especial para e Tráfico Humano da CNBB

- Capelão do Grêmio Porto-alegrense

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