Filipe Maciel Pereira será ordenado padre nesta sexta-feira em Cachoeirinha


“Quando entramos no seminário pensamos que vai demorar muito para passar o tempo. Mas não é assim! Tudo correu tão rápido!”, conta o diácono Filipe Maciel Pereira, referindo-se ao dia da ordenação sacerdotal, que ocorrerá nesta sexta-feira, dia 22. Aos 26 anos, receberá o segundo grau da Ordem na paróquia de origem, a Nossa Senhora da Boa Viagem, em Cachoeirinha, às 20h. “É uma mistura de entusiasmo, alegria e ansiedade pelo dia tão esperado. Ao mesmo tempo tenho consciência de que o que vai ser confiado e assumido é algo grande, sublime, divino”, afirma.

Nove anos passaram desde o ingresso no curso Propedêutico, em Gravataí. Depois Filipe foi para o Seminário Maior de Viamão, fez estágio no Santuário Santa Rita de Cássia, em Porto Alegre, cumpriu o Ano Pastoral na paróquia Nossa Senhora de Fátima, em Gravataí, e em dezembro de 2015 foi ordenado diácono com outros três colegas.

Ele e os dois irmãos, Alexandre e Carla, ambos mais velhos, tiveram uma educação religiosa católica por parte dos pais, Lealcino e Julieta. Foi com a mãe que Filipe, ainda pequeno, passou a frequentar a capela Nossa Senhora do Perpétuo Socorro.

Durante os anos de escola, que cursou sempre em Cachoeirinha, o agora diácono pensou em seguir carreiras como engenharia, arquitetura, magistério e medicina. Nesse período também almejava o matrimônio, a partir de experiências de namoro. Mas foi a partir da vivência em comunidade – como coroinha e integrante do Onda – e de situações familiares que o levaram a se aproximar da oração e do trato mais íntimo com Deus que se manifestou também a opção de se tornar padre.

“Em 2005, na Missa da Ceia do Senhor, após a confissão, o então pároco questionou se eu já havia pensado em ser padre. Muito imediatamente respondi que sim e abandonei o confessionário”, recorda Filipe. Depois de partilhar a possibilidade do sacerdócio, foi encaminhado por um seminarista aos encontros Kairós.

A decisão de ingressar no curso Propedêutico gerou reações diversas da família e amigos. Diversa também é a vida em seminário, descreve o diácono. “Temos nossos desafios, crises, contradições; mas também nossas alegrias, companheirismo, amizades, conquistas, amadurecimento. É preciso ver este tempo de formação inicial como um momento propício para aprender a lidar com as pessoas e todas as suas circunstâncias, não apenas como algo que tem que se passar.”

Lidar com pessoas é, para o futuro presbítero, o constante desafio do sacerdócio. “O padre é chamado a guiá-las em meio a um mundo que se esqueceu de Deus e, mais, que trabalha para retirar Deus do meio social. A falta de esperança e de sentido do eterno ronda a vida humana. É preciso ser sinal e instrumento destas mesmas esperança e eternidade!”

Antes de Filipe, outros três diáconos foram ordenados padre neste ano: Pe. Manoel Scheimann da Silva dia 24 de junho; Pe. Édilon Rosales de Lima dia 1º de julho; e Pe. Bruno Vargas Eskopinski dia 15 de julho. A primeira missa de Filipe como presbítero será no domingo, dia 24, às 10h, na Igreja Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, em Cachoeirinha.


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