Cartazes e músicas da CF 2018 são apreciados pela CNBB


O arcebispo de Salvador, Dom Murilo Krieger, vice-presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), abriu os trabalhos da segunda seção do primeiro dia (8 agosto) de reunião do Conselho Episcopal Pastoral (Consep) da entidade. Esta sessão analisou os cartazes e músicas enviadas à CNBB a partir da divulgação dos editais para a Campanha da Fraternidade 2018, cujo tema é “Fraternidade e Violência”.

O diretor editorial das Edições CNBB, padre Luís Fernando da Silva, disse que foram enviados 12 cartazes no prazo previsto no edital, divulgado no portal da CNBB. Desse total, apenas 7, segundo ele, respondem às exigências técnicas e as propostas do edital. A análise dos cartazes foi feita previamente pela Equipe de Marketing das Edições da CNBB, que levou em conta os critérios estabelecidos pelo edital.

Analisando as propostas, o arcebispo de Porto Alegre, Dom Jaime Spengler, presidente da Comissão Episcopal Pastoral para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada, disse que o cartaz tem que falar por si só e que quando precisa de muita explicação significa que a linguagem visual não é muito clara.

Bispos avaliaram material para a Campanha da Fraternidade do ano que vem. Foto: CNBB

O bispo auxiliar de Brasilia, Dom Leonardo Steiner, secretário-geral da CNBB, disse que nenhum cartaz conseguiu traduzir a convocação à fraternidade e a superação da violência proposta pelo edital e pela campanha. “Eles não dialogam suficientemente com a realidade que desejamos abordar”, disse. Dom Murilo Krieger chamou a atenção para a necessidade de qualificar mais a propostas dos cartazes, abrindo para a participação de agências.

Depois da apresentação dos cartazes, fez-se um debate em torno das propostas, enalteceu-se o aspecto do estímulo à participação na Campanha da Fraternidade, mas não se chegou à aprovação de nenhuma delas dada a incapacidade de traduzirem o que foi proposto no edital, remetendo para a necessidade de buscar a assessoria de trabalho de agências de criação.

Dom Leonardo ressaltou ainda que a CNBB sempre tem a prerrogativa de fazer alterações nas propostas junto a seus criadores, casos previstos no edital e também de não optar por nenhuma delas, caso não contemplem as exigências previstas no edital.

Quanto ao hino da Campanha da Fraternidade 2018, a CNBB recebeu 30 propostas de músicas que foram previamente analisadas pelo Setor de Música da Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia da entidade. Destas, quatro foram escolhidas para apreciação dos bispos do Conselho Episcopal Pastoral da CNBB. Os religiosos chegaram ao consenso quanto à música escolhida, havendo ainda a necessidade de ajustes em palavras e trechos, trabalho que será feito em colaboração com seu autor, para só então ser divulgada.

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