Entidades signatárias do Pacto Pela Vida e Pelo Brasil exigem lucidez contra a Covid-19


Diante da crise sanitária minimizada por autoridades federais, da inexistência de um plano nacional de saúde e da morosidade para a liberação de recursos emergenciais, que inclusive façam chegar auxílio e cuidados aos mais vulneráveis, as entidades signatárias do Pacto pela Vida e pelo Brasil, lançado dia 7 de abril deste ano, publicaram nota na tarde de hoje, 5 de junho, na qual reafirmam que a luta contra a pandemia precisa continuar “apoiada na melhor ciência e condicionada pelos princípios fundamentais da dignidade humana e da proteção da vida”.

No documento, as entidades se solidarizam com as famílias das vítimas da Covid-19 – a pandemia que já causou a morte de dezenas de milhares de brasileiros e já tem bem mais de meio milhão de infectados. As organizações advertem que não se deve cair na armadilha de grupos extremados, cujo único objetivo é o de provocar confrontos, gerando instabilidade e comprometendo a cidadania.

O desejo cidadão de flexibilizar o isolamento social para sair às ruas em defesa da democracia e da Constituição não pode ser realizado agora, considerando-se os riscos de contaminação. É uma atitude legítima diante do discurso autoritário que se alastra pelo país, em momento tão grave. Porém, com lucidez, não se deve cair na armadilha de grupos extremados, cujo único objetivo é o de provocar confrontos, gerando instabilidade e comprometendo a cidadania.

As entidades consideram fundamental, neste momento, manter o distanciamento social recomendado pela OMS; a partir das nossas casas, fortalecer a união de todos os brasileiros no combate à Covid-19 e na defesa das nossas instituições; cobrar o fortalecimento do SUS e a ajuda emergencial aos necessitados; e exigir rigor e transparência na divulgação de dados sobre a evolução da pandemia no Brasil.

Leia a íntegra da nota:

Unidos, solidários e mobilizados

Nós, entidades signatárias do Pacto pela Vida e pelo Brasil, abraçado por mulheres e homens de boa vontade em todo o Brasil, com repercussão internacional, reiteramos nossa solidariedade com a Nação brasileira e, particularmente, com as famílias das vítimas da Covid-19 – a pandemia que já causou a morte de dezenas de milhares de brasileiros e já tem bem mais de meio milhão de infectados.

Diante da crise sanitária minimizada por autoridades federais, da inexistência de um plano nacional de saúde e da morosidade para a liberação de recursos emergenciais, que inclusive façam chegar auxílio e cuidados aos mais vulneráveis, mais uma vez voltamos ao Pacto para reafirmar que a luta contra a pandemia continue “apoiada na melhor ciência e condicionada pelos princípios fundamentais da dignidade humana e da proteção da vida”.

O desejo cidadão de flexibilizar o isolamento social para sair às ruas em defesa da democracia e da Constituição não pode ser realizado agora, considerando-se os riscos de contaminação. É uma atitude legítima diante do discurso autoritário que se alastra pelo país, em momento tão grave. Porém, com lucidez, não se deve cair na armadilha de grupos extremados, cujo único objetivo é o de provocar confrontos, gerando instabilidade e comprometendo a cidadania.

Por isso, consideramos fundamental: manter o distanciamento social recomendado pela OMS; a partir das nossas casas, fortalecer a união de todos os brasileiros no combate à Covid-19 e na defesa das nossas instituições; cobrar o fortalecimento do SUS e a ajuda emergencial aos necessitados; e exigir rigor e transparência na divulgação de dados sobre a evolução da pandemia no Brasil.

Fiquemos em casa pela vida e pela democracia – unidos, solidários e mobilizados.

05 de junho de 2020

Dom Walmor Oliveira de Azevedo, presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil - CNBB

Felipe Santa Cruz, presidente da Ordem dos Advogados do Brasil - OAB

José Carlos Dias, presidente da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos Dom Paulo Evaristo Arns - Comissão Arns

Luiz Davidovich, presidente da Academia Brasileira de Ciências - ABC

Paulo Jeronimo de Sousa, presidente da Associação Brasileira de Imprensa - ABI

Ildeu de Castro Moreira, presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência – SBPC


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