CNBB Sul 3 lança oficialmente a Campanha da Fraternidade 2017

02.03.2017

O Regional Sul 3 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em sintonia com toda a Igreja do Brasil, apresentou à imprensa, na tarde da última quarta-feira, dia 1°, a Campanha da Fraternidade deste ano. A coletiva ocorreu na sede da CNBB em Porto Alegre e contou com a presença do arcebispo metropolitano e presidente do Regional Sul 3, Dom Jaime Spengler, do secretário executivo da CNBB no Rio Grande do Sukl, Pe. Cesar Leandro Padilha, do advogado ambientalista Beto Moesch.

 

Segundo Dom Jaime, no período da Quaresma a Igreja propõe a reflexão de um tema de implicação social. O arcebispo lembrou a mensagem do Papa Francisco enviada por essa ocasião: “O criador foi pródigo com o Brasil. Concedeu-lhe uma diversidade de biomas que lhe confere extraordinária beleza. Mas, infelizmente, os sinais da agressão à criação e da degradação da natureza também estão presentes. Entre vocês, a Igreja tem sido uma voz profética no respeito e no cuidado com o meio ambiente e com os pobres”, destacou.

 

Dom Jaime Spengler apresentou à imprensa o tema da Campanha da Fraternidade deste ano. Foto: Judinei Vanzeto

 

 

O objetivo geral da Campanha da Fraternidade deste ano é o “cuidar da criação, de modo especial dos biomas brasileiros, dons de Deus, e promover relações fraternas com a vida e a cultura dos povos, à luz do Evangelho”. A iniciativa traz à tona a encíclica do Papa Francisco Laudato Si, que “foi bastante aceita pela comunidade científica por abordar a questão da ecologia e a ecologia humana e nos chama para uma conversão, para a conscientização da nossa responsabilidade com a vida em todos os sentidos”, explicou Dom Jaime.

 

Já para o ambientalista Beto Moesch, os biomas possuem suas potencialidades e atualmente muitos desafios a serem superados através de um equilíbrio. “Tudo está interligado nos próprios biomas. O equilíbrio no crescimento econômico e social é possível sem destruir a natureza. É possível combinar qualidade de vida com crescimento econômico”, recordou o ambientalista.

 

“No Rio Grande do Sul existem dois biomas: Mata Atlântica e Pampa. Atualmente, apenas 7% do bioma Mata Atlântica é preservado na sua originalidade e 36% do Pampa. A degradação provocada pela exploração inadequada compromete o clima e o convívio das pessoas”, esclarece Moesch.

 

O arcebispo metropolitano apontou três modos de mobilização para ações concretas. “A mobilização de todas as comunidades começando pelas bases, pelas escolas e universidade através da conscientização e também por outros grupos da sociedade. O cuidado e a preservação do meio ambiente, dos biomas é uma causa que deve nos unir a todos”, salientou.

 

Ainda de acordo com Dom Jaime, a relação fraterna da vida e a cultura dos povos que vivem em seu espaço natural é um olhar da ecologia humana. “Vamos despertar para essa grande realidade. Sonhar juntos com o cuidado da natureza e sua complexidade. Que os filhos de nossa geração recordem com alegria a herança recebida de vossos pais”, concluiu.

 

Texto: Judinei Vanzeto - Assessoria de imprensa - Regional Sul 3 da CNBB

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