Dom Remídio Bohn é sepultado na Catedral de Cachoeira do Sul

08.01.2018

Foi sepultado no domingo, dia 7 de janeiro, na Catedral Nossa Senhora da Conceição, Dom Remídio José Bohn. O o bispo diocesano de Cachoeira do Sul faleceu no fim da tarde de sábado, dia 6 de janeiro, aos 67 anos, em decorrência de um câncer no pâncreas. Ele estava no Lar Sacerdotal, em Gravataí.

 

Exéquias ocorreram na Catedral de Cachoeira do Sul, no domingo. Foto: Diocese de Cachoeira do Sul

 

 

Emoção, reconhecimento e gratidão foram expressões utilizadas nas manifestações de padres na homenagem a Dom Remídio, que foi sepultado após a missa em uma cripta construída na Catedral. A celebração contou com a presença de todo o clero da diocese e também de membros do episcopado gaúcho: Dom Jaime Spengler, arcebispo de Porto Alegre; Dom Hélio Adelar Rubert, arcebispo de Santa Maria; Rodolfo Luís Weber, arcebispo de Passo Fundo; Dom Adelar Baruffi, bispo de Cruz Alta; Dom Gílio Felício, bispo de Bagé; Dom Liro Vandelino Meurer, bispo de Santo Ângelo; Dom José Mário Angonesi, bispo de Uruguaiana; Dom Aloísio Roberto Dilli, bispo de Santa Cruz do Sul; e Dom Leomar Brustolin, bispo auxiliar de Porto Alegre. Também estiveram presentes os bispos de Borba (Amazonas), Dom Elói Roger, e de Sinope (Mato Grosso), Dom Canísio Klaus.

 

Pela manhã ocorreram missas na Catedral de Porto Alegre e na comunidade de origem de Dom Remídio, no município da Feliz (RS), onde foi realizado o velório. De lá vieram irmãos e sobrinhos de Dom Remídio.

 

 

Dom Irineu Wilges, bispo emérito de Cachoeira do Sul e antecessor de Dom Remídio, afirmou que “um companheiro, um amigo, um exemplo seguiu outro caminho, mas deixou um legado de amizade, de incentivo e de amor às ações sociais”. Na celebração das exéquias foi destacada a dedicação do bispo, as palavras de incentivo a todos e o gosto por jogar tênis.

 

CNBB destaca lema episcopal

Em nota de pesar, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) manifestou solidariedade aos familiares e às comunidades da diocese, recorrendo às palavras de São João Paulo II na Encíclica Evangelium vitae: “Até a morte, aliás, não é de forma alguma aventura sem esperança: é a porta da existência que se abre de par em par à eternidade e, para aqueles que a vivem em Cristo, é experiência de participação no mistério da sua morte e ressurreição”.


O bispo auxiliar de Brasília e secretário-geral da CNBB, Dom Leonardo Ulrich Steiner, que assina a nota, destaca a beleza do lema episcopal de Dom Remídio, “Omnes Fratres Sumus” (Todos somos irmãos). "Essa certeza, expressada nesse lema, é também o fundamento de nossa esperança maior, nesse momento de dor: somos todos irmãos e temos o mesmo destino que é caminhar, nesta terra, para um dia participarmos, juntos, da convivência eterna com o Pai.Enviamos o nosso abraço a todos e as nossas orações", diz o pronunciamento da Conferência.

 

Dom Remídio era bispo de Cachoeira do Sul desde 2011

Remídio José Bohn nasceu no município da Feliz no dia 21 de maio de 1950. Fez os estudos primários na escola paroquial no distrito de São Roque, e os cursos ginasial e colegial no Seminário São José, em Gravataí. Cursou filosofia no Seminário Maior Nossa Senhora da Conceição, em Viamão, e os estudos de Teologia na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS). Foi ordenado presbítero na cidade de origem no dia 29 de novembro de 1975.

 

Ao longo da vida como ministro ordenado foi assistente dos seminaristas no Seminário São João Maria Vianney, em Bom Princípio (1976 e 1977), professor no Seminário Menor São José, em Gravataí (1978 a 1980), pároco da paróquia São Pedro, em Poço das Antas (1980 e 1981), assistente dos seminaristas e depois reitor no Seminário Menor São João Maria Vianney, em Bom Princípio (1982 a 1986), diretor espiritual e assistente dos seminaristas no Seminário Maior, em Viamão (1986 a 1992), pároco da paróquia Santo Antônio, em Canoas (1987 a 1988); pároco da paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, em Porto Alegre (1993 a 1995), pároco da Paróquia Nossa Senhora do Rosário, em Porto Alegre (1996 a 2006), coordenador de pastoral do Vicariato de Porto Alegre (2002 a 2004), e serviu ainda como Penitenciário da Arquidiocese, assistente espiritual dos Diáconos Permanentes, diretor da Sociedade Fraterno Auxílio e representante dos presbíteros. Em 1988 participou em Medellín, na Colômbia, do curso de especialização em Teologia Pastoral no ITEPAL, organizado pelo CELAM.

 

Dom Remídio foi nomeado bispo auxiliar de Porto Alegre em 18 de janeiro de 2006 pelo Papa Bento XVI, com o título de “UCHI MAIUS” (cidade de origem numida, 120 km da Tunísia). Foi ordenado bispo na Catedral Metropolitana de Porto Alegre no dia 17 de março de 2006 e serviu como vigário episcopal do Vicariato de Porto Alegre até 2010. Em abril de 2011 foi empossado por Dom Dadeus Grings como vigário episcopal do Vicariato de Guaíba.


Durante a 49ª Assembleia dos Bispos do Brasil em Aparecida do Norte, no dia 10 de maio de 2011, foi eleito secretário do Regional Sul 3 da CNBB. No dia 28 de dezembro de 2011 o Papa Bento XVI o nomeou bispo da Diocese de Cachoeira do Sul, sendo empossado em 26 de fevereiro de 2012, na Catedral Diocesana, em celebração presidida por Dom Hélio Adelar Rubert.

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