Igreja do RS assume diretrizes gerais para ação evangelizadora 2019-2023

12.06.2019

Realizada na primeira semana do mês de junho, a Assembleia Regional da CNBB Sul 3 foi encerrada no dia 7 no Cecrei (Centro de Espiritualidade Cristo Rei), em São Leopoldo, com a presença dos bispos, coordenadores diocesanos de pastoral e coordenadores das pastorais e serviços da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) do Regional Sul 3. Nos dois últimos dias do encontro, quinta e sexta-feira, durante a Assembleia Regional da Ação Evangelizadora (ARAE), participaram das reflexões Dr. Nelson Arns, coordenador nacional da Pastoral da Criança, e Dom Leomar Brustolin, bispo auxiliar de Porto Alegre, que assessorou o estudo das novas Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil, auxiliado nas suas atividades pelo professor Leonardo Agostini da PUCRS.
 

O eixo fundamental das novas diretrizes, segundo Dom Leomar, é a recuperação do sentido da casa. “A imagem da casa tem um sentido pedagógico e é entendida como lar e espaço de vida”, disse. A casa, no texto das diretrizes, é entendida como comunidade eclesial missionária sustentada por quatro pilares:
 

A Palavra – que aprofunda a iniciação à vida cristão e a iniciação bíblica e a ideia de ter comunidades fundadas em torno da palavra;

O Pão – que aprofunda a liturgia e a busca por viver a espiritualidade rumo à santidade tal como defende o Papa Francisco em sua exortação Gaudete et Exsultate que personaliza a fé, mas leva ao encontro do outro;

A Caridade – Baseado no que disse Paulo VI na ONU: “Que a Igreja é especialista em humanidade”, o texto das diretrizes aponta a necessidade das comunidades se preocuparem com os que mais sofrem e a defesa da vida em todos os sentidos.

A Missão – A exemplo do que pede o papa, o sentido da comunidade se realiza quando ela sai em missão e vai ao encontro das periferias existenciais.


Assumiu-se, enquanto Igreja do RS, ações urgentes em cada um dos eixos e pilares refletidos.


Eixo 1: Mundo Urbano e evangelização no RS: cenários e desafios.


– Recuperar o senso de pertença à comunidade eclesial.

– Rever a mentalidade predominantemente rural na pastoral diante de uma realidade cada vez mais urbana.

– “Escutar a realidade” para recuperar a relevância pública da fé cristã.


Eixo 2: Comunidades eclesiais missionárias.


– Elaborar um programa diocesano para a promoção de pequenas comunidades eclesiais missionárias nas paróquias.

– Aprofundar o sentido das comunidades eclesiais missionárias em cada paróquia a partir da leitura das DGAE 2019-2023.

– Propor a formação de comunidades eclesiais a partir da leitura orante da Palavra e da inspiração catecumenal.


Pilar da palavra e iniciação à vida cristã.


– Oferecer uma formação sobre a Iniciação à Vida Cristã para todas as lideranças de pastorais, movimentos e serviços na Diocese e/ou Paróquia.

– Indicar uma proposta de acompanhamento pós-crisma dos adolescentes e jovens da comunidade.

– Elaborar subsídios com a leitura orante da Palavra nas Dioceses para o Tempo Comum.


Pilar do pão: liturgia.
 

– Dar continuidade à formação litúrgica na perspectiva da mistagogia para os ministros ordenados e o laicato.

– Produzir e compartilhar os vídeos e recursos materiais para a formação litúrgica no Regional.

– Recuperar a centralidade do mistério pascal na compreensão litúrgica da comunidade.


Pilar do pão: espiritualidade.
 

– Promover retiros e jornadas de espiritualidade centrados no mistério pascal.

– Expressar proximidade misericordiosa nos momentos de dor e perda como testemunho de espiritualidade.

– Aproveitar os tempos de romarias para abordar a espiritualidade do seguimento de Jesus Cristo.
 

Pilar da caridade.
 

– Organizar o Dia Mundial do Pobre (semana de conscientização).

– Promover estudos da Doutrina Social da Igreja nas Dioceses.

– Trabalhar nas escolas a temática do sentido da vida.
 

Pilar da ação missionária.
 

– Efetivar os Conselhos missionários (COMIPAS).

– Propor que cada Paróquia tenha uma Paróquia-Irmã na própria Diocese. – Assegurar uma pastoral de escuta e de aconselhamento como proximidade.
 

(Fonte e foto: Comunicação CNBB Sul 3)

 

 

 

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